Um país se faz com homens e livros - Monteiro Lobato

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Aula Passeio - João Monteiro 6º ano


O PASSEIO DO PLA AO PARQUE DAS NAÇOES

EU GOSTEI DO PASSEIO PORQUE FOMOS LER E EU GOSTO MUITO DE LER .
 AO IRMOS DISSEMOS MUITAS PIADAS E AO VIR APANHAMOS MUITO VENTO E OS NOSSOS CABELOS ABANAVAM.
FOMOS TOCAR INSTRUMENTOS DURANTE UM BOCADO DE TEMPO E BRINCAMOS MUITO.


EU GOSTEI MUITO DESTE PRIMEIRO
PASSEIO DO  PLA


JOÃO MONTEIRO  6º ANO

Aulas Passeio - Catarina Porto

Eu acho que ir para a Expo ler foi uma boa ideia porque é um sítio onde as pessoas não costumam ir para a rua ler, pelo menos nós (alunos). Ler em sítios como a Expo ajudam a relaxar e é um sítio diferente.


Catarina Porto _ 8ºA

Aula Passeio - Carlos Terrinha


Ilustração de Colin Thompson


Eu e alguns dos meus colegas fomos ao Parque das Nações ler.
Eu li dois livros:
Michael Jacson e o Rei Hamlet. Gostei de ambos, mas gostei mais do Rei Hamlet.
Nós brincamos um bocado com umas coisas de música.
No caminho para o colégio também brincamos com o vento e eu, Carlos, toquei a melodia do Titanic para a professora.
O meu colega Daniel fez uma bandeira para o PLA por isso a professora Gislaine mandou o Daniel fazer uma bandeira de verdade porque a outra era de plástico.
A parte que eu mais gostei foi a parte da leitura ao ar livre em todo o PLA. Foi giro andarmos pelo meio dos labirintos, a apanhar folhas com um cheiro agradável e apanhar folhas grandes sem cheiro e nelas fazer caras.
  

Carlos Terrinha
6.a

Aula Passeio- Filipe




Adorei a ida ao parque das Nações, embora tenha havido muitíssimas interferências
continuou a ser interessante, como sempre na segunda parte do PLA.   

Aula Passeio - Beatriz Bastos






No passado, dia 11.02, o grupo do PLA, acompanhados da professora, saiu

para a Expo onde nós lemos uns livros que a professora nos trouxe com

muito carinho. Também já há algum tempo  fizemos uma festa de

halloween que foi muito gira.Também lemos uns textos de terror e fizemos

 muitas mais coisas.

Beatriz Bastos
6º ano

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Música, História e Literatura
Liu Baihong




O Estilo que eu mais gosto


O estilo que mais gosto é kuduro.
Kuduro é um género musical e sobretudo um género de dança surgida em Angola. Hoje em dia, está também largamente disseminado pelas áreas suburbanas da cidade de Lisboa, Portugal. Também se tem popularizado no Brasil ultimamente, já existindo até alguns grupos e bandas de kuduro próprios do Brasil, em especial nos subúrbios das cidades do Rio de Janeiro e de Salvador.É influenciado por outros géneros como Sungura, Kizomba, Semba, Ragga e Reggaeton.
Origem
O kuduro surgiu primeiro como um género de dança e com o passar do tempo evoluiu para um género musical. Vale aqui lembrar que este estilo de dança tornou-se popular devido as musicas de SEBEM, razão pela qual todos os kuduristas actuais são imagem e semelhança dele, também é o único neste estilo com discos de ouro.
Muito provavelmente o nome Ku-Duru vem também do kimbundo, ou ainda como o nome mesmo já supõe cú-duro, bunda-dura, até mesmo pelo próprio estilo da dança em que se tem o quadril duro. Como dança foi revolucionado por Paulucho e Shokarang,nao pelo Tony Amado como se costuma dizer,xtes dois bailarinos é que formaram muitos outros bailarinos que depois forma para a escola do tony Amado e Se Bem tais como: Vaca Louca,Luisa Pé descomandado,Surpresa,Camucusso,Ploy,Tita,Beto,Shaq
Electrico,Bukaka,Shepa,Nsuzu,Kapita,Manda-Chuva,Dama Electrica,Sonia Real Queen, e tantos outros. Graças a Paulucho e Shokarang que este estilo de dança teve muita saida a assistente. Paulucho e Shokarang,ganharam Varios Concursos e desafios de dança no mesmo estilo,ou seja Underground que é entao a verdadeira mae do Kuduro.
Uma das músicas do kuduro


Vem dançar kuduro letra:


Let's go!
Ladies dale, fellas dale
Latino, por el mundo
Kuduro!
Oi oi oi, oi oi oi oi,
Vem para quebrar kuduro, vamos dançar kuduro,
Oi oi oi, oi oi oi oi,
Seja morena ou loira, vem balançar kuduro oi oi oi.
Vem dançar comigo, seguindo este ritmo,
Quero ver balançar,
Todos lado a lado, vai ser toda a noite,
Vem dançar até cansar.
Balança que é uma loucura,
Morena vem ao meu lado,
Ninguém vai ficar parado,
Quero ver mexer kuduro.
Balança que é uma loucura,
Morena vem ao meu lado,
Ninguém vai ficar parado oh.
Oi oi oi, oi oi oi oi,
Vem para quebrar kuduro, vamos dançar kuduro,
Oi oi oi, oi oi oi oi,
Seja morena ou loira, vem balançar kuduro oi oi oi
Vem vem vem sabes bem bem que é só dançar,
Kuduro está no ar,
Da-me a tua a mão, não me digas não,
vem dançar,
Que ninguém vai parar
Balança que é uma loucura,
Morena vem ao meu lado,
Ninguém vai ficar parado,
Quero ver mexer kuduro.
Balança que é uma loucura,
Morena vem ao meu lado,
Ninguém vai ficar parado.
Oi oi oi, oi oi oi oi,
Vem para quebrar kuduro, vamos dançar kuduro,
Oi oi oi, oi oi oi oi,
Seja morena ou loira, vem balançar kuduro oi oi oi
Ladies and gentlemen,
party people report to the floor
Big Ali New York city (yes)
Lucenzo (yes)
Let's go!
Sube las manos, hands up now, get them up now (x2)
This Portuguese lullaby
Let me see your hands up higher
Mujeres bailá, fiesta all night
Oi oi oi, oi oi oi oi,
Vem para quebrar kuduro, vamos dançar kuduro,
Oi oi oi, oi oi oi oi,
Seja morena ou loira, vem balançar kuduro oi oi oi
Oi oi oi, (x2) (Let's go, Lucenzo)
Vem dançar kuduro (Big Ali New York City)
Oi oi oi, (x3) (Portugués, just Angola)
Big Ali e Lucenzo
Kuduro!


Esta musica é uma poesia porque as frazes rimam.

Futebol e Literatura
Miguel Pereira; Miguel Castanheira; Daniel Rodrigues; João Maria; Carlos Daniel
6º e 7º Anos




“Cada vez que presencio e vivo o empolgamento de cada jogo da Selecção Portuguesa não deixo de me lembrar como o escritor brasileiro Graciliano Ramos está longe de ver a sua profecia cumprida. “Para chegar ao soberbo resultado de transformar a banha em fibra, aí vem o futebol”, dizia Graciliano Ramos, em 1921, numa fórmula que quase parecia uma mezinha caseira de preparação para o Verão. O que é certo é que o futebol entrou na vida de muitos escritores.  Lembro-me, por exemplo, de “Feliz ano novo”, de Rubem Fonseca, um livro que revelava os corredores obscuros da censura. A história, passada em 1970, conta a história de amor de Zezinho e Nely. Zezinho sonha ascender socialmente pelo futebol e tem, por isso, algumas descrições brilhantes: “Eu tinha que comer a bola no domingo, do Madureira para a selecção, bola com Zezinho, é gooolo! Uma multidão gritava dentro de minha cabeça”. E nada melhor do que reagir assim à derrota: “Vamos virar esse placar, pessoal, eu disse para os companheiros, botando a bola debaixo do braço e correndo para o meio do campo, para dar a saída, igual o Didi na final da copa de sessenta e dois”.


Escolhemos o futebol porque nós adoramos futebol e achamos interessante mostrá- lo ao mundo como se fosse literatura. Porque muitas pessoas pensam que futebol não é Literatura, mas o futebol é Literatura, porque tudo que se passa no futebol pode ser passado para os livros. Um dos exemplos que estamos a dizer é o livro “Um Golo de Ouro”, do autor Nuno Magalhães  Guedes.

Daniel Rodrigues, Miguel Pereira, Miguel Castanheira, João Maria e Carlos Daniel.